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terça-feira, 24 de novembro de 2009

tratamento gratuito para dependentes químicos e alcoolismo


Várzea Grande oferece tratamento gratuito para dependentes químicos e alcoolismo
23/11/2009 - 16h11  
Da Assessoria
O Centro de Atendimento Psicossocial Álcool e Drogas de Várzea Grande (CAPS AD) foi implantado em abril de 2005. É uma unidade de saúde destinada a acolher os usuários de substâncias psicoativas em uso abusivo ou dependência normatizada pelo Ministério da Saúde, de acordo com a Política Nacional de Atenção aos usuários de Álcool e outras Drogas.
Os usuários podem fazer o tratamento de acordo com sua necessidade, ou seja, na modalidade intensiva comparecendo ao CAPS AD todos os dias; na modalidade semi-intensiva comparecendo duas ou três vezes por semana ou não intensivo comparecendo até três vezes ao mês. As atividades são realizadas em grupos e individualmente conforme a necessidade do caso. Atualmente, é atendida nas três modalidades de atenção uma média de 105 pacientes por mês.
A unidade também acolhe os familiares com reuniões semanais, grupos de arte e terapia, realiza visita domiciliar, palestra à comunidade e encaminhamentos à rede de atenção básica. Conta com uma equipe multiprofissional, médico clínico, psiquiatra, psicólogo, assistente social, enfermeiro, terapeuta ocupacional, arte terapeuta técnicos de enfermagem e profissionais de apoio administrativo.
“A busca da recuperação é um caminho que precisa ser trabalhado para o paciente com convicção e seriedade. Oferecemos ainda todo suporte e orientação à família, tratando a co-dependência através de reuniões com assistente social, psicóloga e clínicos”, explica a coordenadora e psicóloga do CAPS AD, Rita Cutiaro

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

A MOSCA

Mosca bêbada ajuda a entender alcoolismo







Mosca bÊBADA

Pesquisadores embebedam moscas para encontrar genes responsáveis pela tolerância alcoólica no inseto – e descobrem que os resultados têm aplicação em humanos.

A ideia partiu de cientistas das universidades North Carolina State e Boston e tinha o objetivo de identificar redes inteiras de genes que têm papel fundamental no comportamento do animal em relação à bebida.

Robert Anholt, um dos líderes do estudo, e seus colegas primeiro mediram a quantidade de tempo que levou para as moscas de fruta perderem o controle de sua postura após exposição ao álcool.

Ao mesmo tempo, eles registraram as mudanças nas expressões de todos os genes dos insetos utilizados. Em seguida, métodos estatísticos permitiram aos cientistas destacar aqueles com papel crucial na exposição ao álcool.

Os pesquisadores então compararam essas informações a humanos e descobriram que os mesmos genes encontrados na mosca da fruta podem estar diretamente ligados ao consumo de álcool nos homens.

O estudo publicado na Genetics fornece explicações de porque algumas pessoas parecem tolerar melhor o álcool do que outras. Ele também pode ser usado para desenvolver drogas para prevenir ou eliminar o alcoolismo - já que o consumo do álcool é responsável por 1,8 milhões de mortes no mundo por ano, de acordo com a Organização Mundial de Saúde.
http://botecomovel-zonzeiras.blogspot.com/2009/11/mosca-bebada-ajuda-entender-alcoolismo.html

sábado, 14 de novembro de 2009

ACONTECE EM AQUIDAUANA proibição de comercialização e o consumo de bebidas alcoólica

Alcoolismo: Fauzi sancionou projeto do Corrêa Filho
Sexta, 13 de Novembro de 2009 - 09:00 hs
O prefeito Fauzi Suleiman sancionou o projeto de Lei nº 2.120/2009 de autoria do vereador Corrêa Filho que dispõe a proibição de comercialização e o consumo de bebidas alcoólicas nas instituições de ensino no município de Aquidauana.

Pelos termos da lei proibido o comércio de bebidas alcoólicas dentro das escolas e a menos de cem metros das unidades públicas e privadas. A fiscalização da Lei será exercida pelo Governo Municipal e Conselho Tutelar.

Sobre pena de advertência escrita, multa e fechamento do estabelecimento, os comerciantes têm o prazo de sessenta dias para normatização. Já as unidades de ensino têm o período de trinta dias para adequação.

Segundo o vereador, essa Lei defende a família. "Eu defendo a proibição. Escola é lugar de família e não de bebedeira", diz Corrêa Filho. Para ele, o sentido das festas estavam sendo deturpados. "Agradeço ao chefe do Executivo e aos colegas da Câmara por me auxiliar no projeto", comenta. 



http://www.anastacionoticias.com.br/index.php?pagina=noticias-ver&codigo_noticia=19

sábado, 7 de novembro de 2009

EM PORTUGAL MUDANÇA DO JOVEM PARA BEBIDA DESTILADA PREOCUPA

«Não são só as doenças que provoca, mas ainda os efeitos colaterais, como suicídio e violações», sublinhou.
Luís Pinto pretende que a campanha possa ser repetida na Semana Académica de Leiria, que se realiza em Abril do próximo ano.
Entretanto, José Borrego Pires, coordenador da Unidade de Saúde Familiar D. Dinis, em Leiria, que tem acompanhado o fenómeno do alcoolismo, afirmou à agência Lusa que o número de jovens que bebe álcool não aumentou nos últimos anos, nem eles se iniciam mais cedo no consumo.
«O que mudou foi o tipo de bebida. A crise levou a que se opte por bebidas destiladas», que têm um efeito alcoólico mais rápido.

http://diario.iol.pt/sociedade/alcool-leiria-sinistralidade-jovens-alcool-nao-e-cool-acid

"Jovens e Dependências"

No dia 5 de Novembro, a FNAC do Bragaparque recebeu uma conferência organizada pelo Núcleo de Estudantes de Educação da Universidade do Minho (NEDUM), intitulada “EducaSÃO – Jovens e Dependências”. As razões e as influências que conduzem os jovens ao consumo de drogas estiveram no centro da discussão.

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"Jovens e Dependências" em debate na Fnac. Foto: José Lopes

Passavam 20 minutos da hora prevista para o início da conferência quando as perguntas começaram a surgir a um ritmo vertiginoso. Na mesa esteve presente Luís Miguel Viana, representante do Instituto de Drogas e Toxicodependência (IDT) que, ao longo do seu discurso, procurou explicar que o consumo de substâncias nas escolas começa com “alunos que, na sua maioria, têm reprovações, insucesso escolar, comportamentos de bulling ou consumo de álcool”. O representante do IDT insistiu ainda que o problema do consumo de droga “está nas pessoas e não nas substâncias”.
O segundo convidado a pronunciar-se sobre a questão foi David Rodrigues, licenceado em psicologia e representante da organização Juventude Cruz Vermelha. O psicólogo centrou-se no alcoolismo, apontando os 13 anos como “a idade média com que se inicia o consumo de álcool”. O psicólogo alertou também para as consequências do consumo excessivo de alcóol para a saúde: “O alcóol, visto como uma droga aceite pela sociedade, é bastante prejudicial, pois é a maior causa de morte entre os jovens", referiu. É o principal causador de "acidentes rodoviários" e está na origem de muitos casos de "violência doméstica", adiantou David Rodrigues.
Cláudia Ferreira, representante da associação Páginas Difusas, falou à plateia da importância e do impacto que os movimentos e associações contra o consumo em excesso de drogas e álcool podem ter se forem bem aplicados. A sua intervenção ficou marcada pela chamada de atenção para a importância da sensibilização.  "Mesmo que não as consigamos convencer a parar de consumir, ao menos mostramos-lhes as consequências do consumo em excesso", afirmou Claúdia Ferreira no final da sua intervenção.O
Quem esteve a assistir, aplaudiu a utilidade e o interesse das palestras. “Acho que as participações foram bem feitas e os convidados não podiam ter sido melhores” afirmou uma jovem presente na plateia. Na opinião desta espectadora, os convidados “souberam terminar na hora certa, o que que a conferência se tornasse aborrecida”.
A presidente da NEDUM, Cecília Costa, mostrou-se muito satisfeita com aquela que era a sua primeira tertúlia, afirmando que "espaço e os convidados não podiam ser outros". "Este é um tema que nos preocupa muito", referiu a estudante.
 
    07/11/09
José Lopes e Laura Cruz 

http://www.comumonline.com/index.php?option=com_content&task=view&id=2279&Itemid=35

 

terça-feira, 3 de novembro de 2009

ACORDAR para as dores e sofrimentos evitáveis

ACONTECE EM PORTUGAL

Há mais pessoas com dependência de álcool a procurar tratamento em centros públicos

Por Catarina Gomes Plano Nacional de Redução dos Problemas ligados ao Álcool ainda não foi aprovado em Conselho de Ministros


O número de novos utentes que procura tratamento para dependências estava a descer, mas no espaço de um ano houve mais 1895 primeiras consultas (de 2007 para 2008) nos centros do Instituto da Droga e da Toxicodependência - uma diferença que se fica sobretudo a dever à procura de doentes alcoólicos, afirma Manuel Cardoso, membro do conselho directivo do Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT).O último estudo nacional sobre consumo de substâncias psicoactivas em Portugal deu conta de um aumento da prevalência do consumo de bebidas alcoólicas ao longo da vida na população em geral: de 75,6 para cento em 2001 para 79,1 por cento em 2007. Mas Manuel Cardoso não considera que a subida na procura de serviços seja um reflexo disso, isto porque o consumo excessivo é uma coisa diferente da dependência.
Na sua opinião, a diferença de primeiras consultas é o resultado do alargamento do mapa de tratamento que resultou da reorganização dos serviços. Foi em 2006 que o IDT passou a abranger também o tratamento do alcoolismo, além das toxicodependências, passando a integrar os três centros regionais de alcoologia (Lisboa, Porto e Coimbra) e abrindo portas a doentes alcoólicos nos antigos centros de atendimento a toxicodependentes.
Os números de primeiras consultas foram fornecidos pelos 23 centros de respostas integradas (antigos CAT) espalhados pelo país e Manuel Cardoso acredita que grande parte destes novos utentes sejam pessoas que dantes não tinham acesso a tratamento para o alcoolismo. O responsável dá um exemplo: os alcoólicos no Alentejo e Algarve que quisessem procurar tratamento apenas tinham solução em Lisboa (no antigo centro regional de alcoologia do Sul) e agora já têm solução mais perto de casa.
Os números ainda não foram analisados mas o responsável afirma que esta é a única explicação para a subida de um número que se tinha mantido estável nos últimos anos, até porque não havia listas de espera no caso dos toxicodependentes: em 2003 houve 5216 novos utentes, em 2004 foram 5023, no ano seguinte desceu (4844) e em 2006 os que procuram tratamento pela primeira vez foram ainda menos (4745). Já de 2007 para 2008 passou-se de 5124 para 7019: a tal diferença de 1895 novos utentes, uma tendência que os números de 2009 parecem vir confirmar, adianta Mantuel Cardoso.
Reorganização atrasada
O processo de reorganização das estrutura de tratamento continua no terreno mas há atrasos, diz. A ideia é que nos centros de saúde passe a haver solução "para pessoas com problemas de álcool" e que só os utentes com dependência sejam referenciadas para a rede especializada.
Manuel Cardoso lembra, a este propósito, que o Plano Nacional de Redução dos Problemas ligados ao Álcool ainda não foi aprovado em Conselho de Ministros, embora a sua data de aplicação devesse iniciar-se este ano, para terminar em 2012. Uma das propostas mais polémicas prevê a alteração da idade legal para a compra e o consumo de bebidas alcoólicas em locais públicos, de 16 para 18 anos.
Três Grupos de Alcoólicos Anónimos de Lisboa realizam hoje na capital mais uma reunião pública de divulgação do programa da organização que nasceu nos Estados Unidos. Jorge L., membro da comissão de informação pública, afirma que não registam grande aumento de procura. Recebem diariamente uma média de 13 chamadas e cinco emails com pedidos de informação mas continuam a nascer novos grupos - foi o caso do de Águeda e da Batalha e foi reaberto o de Torres Vedras. A idade média dos membros anda pelos 47 anos, a maior parte são homens (75 por cento) e metade dizem que foi um profissional de saúde que lhes sugeriu a ida para o grupo.

http://jornal.publico.clix.pt/noticia/03-11-2009/ha-mais-pessoas-com-dependencia-de